No começo da década de 60 ele era, tão somente, José Magnoli, locutor comercial e noticiarista da rádio Panamericana. Em meados da mesma década, já na rádio Tupi, começou a ser conhecido, porém, com o nome artístico de Hélio Ribeiro.
Menos de 10 anos decorridos, foi contratado pela rádio Bandeirantes onde, entre outras atribuições, apresentava o Correspondente Musical ao qual deu uma nova roupagem mudando o nome para O Poder da Mensagem com o qual obteve recordes de audiência no rádio brasileiro.
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Além de cantarolar, fazendo uma espécie de dueto com os intérpretes gravados nos discos, não importando se Jair Rodrigues, Altemar Dutra ou Frank Sinatra, também distribuía puxões de orelha, indistintamente, por intermédio de mensagens filosóficas inteligentes:
Hélio Ribeiro também foi diretor artístico da rádio Bandeirantes e, na emissora, sua última atividade foi como correspondente nos Estados Unidos onde passou a residir durante algum tempo.
Um dos apresentadores de rádio mais inteligentes e criativos, Hélio Ribeiro faleceu no ano 2000 deixando esposa e filhos, tendo seu corpo sido sepultado no cemitério da Quarta Parada.





Eu me lemro da minha infância. Todo dia, antes de ir ao colégio, lá pelas 12h, o programa começava. Nós(mãe, irmãs) ficávamos atentas às suas palavras sábias, à tradução de uma música em destaque. Que saudade! Bons tempos!
Era um horário reservado para meu almoço e assim ouvia o poder da mensagem com Hélio Ribeiro.
Marcou a minha adolescência.
Conheci o Hélio em 1974, cursava o segundo ano de engenharia no Mackenzie e tinha um colega também estudante ( Nicanor) que havia trabalhado na Bandeirantes. Fizemos uma visita à Rádio e o Hélio era diretor. Também filho de nossa Universidade, Hélio era bacharel em Direito do nosso querido Mack. Muito simpático nos atendeu rapidamente porque era extremamente ocupado. Muito orgulho de tê-lo conhecido.
Estava com 21 anos, era 1972 , quando descobri o programa do Hélio Ribeiro às 12 horas diariamente . Não larguei mais, precisava ouvi-lo, era
muito legal, criativo, vibrante, traduzindo as músicas ao mesmo tempo que
eram tocadas. E aquele “sabe quando, sabe quando ! ” ficou indelevelmente na minha memória. houve por vários anos daquela década, depois o trabalho me tirou o tempo para seguir ouvindo . . . Mas Hélio Ribeiro está guardado
na ternura com saudade do grande comunicador !! Eternizado !! Obrigado, Mestre Hélio, estarás sempre na minha memória.
Obrigado pelo comentário!